18 de dez de 2013

RetroPerspectivas






10 Lições aprendidas em 2013 que podem  tornar 2014 um feliz ( ou pelo menos mais promissor) ano novo

 

- Príncipes também se transformam em sapos. O mesmo se aplica as princesas.  Isso pode acontecer da noite pro dia ou vice - versa. Continue acreditando em príncipes e princesas. E em sapos e sapas. São faces da mesma moeda. 

 

- E muito difícil, no auge de uma crise de qualquer ordem, acreditar que aquilo que por ora nos surpreende e nos aflige vai  passar um dia. Mas a verdade e que, sim, tudo passa.  Isso não quer dizer que não vai doer. Mas não dói pra sempre da mesma maneira. Nem no mesmo lugar. 

 

- Tem coisas que só o seu travesseiro deve saber acerca de seus sonhos e também de suas dores. Não necessariamente nesta ordem. Os travesseiros de pena tendem a ser os mais confiáveis. 

 

- Quando tudo parece perdido existe uma grande chance de que de fato isto seja verdade. Acredite em sua intuição, em um amigo leal e, e claro, nos fatos. Estes últimos  são quase sempre muito claros. Os dois primeiros também. 

 

- Em meio a uma crise, por mais violenta que seja, e possível se deixar maravilhar por aquilo que eu chamo de pequenos milagrinhos. Depois da crise, estas coisas costumam crescer, ficar mais evidentes e se tornam pano de fundo de um novo tempo. 

 

- Em plena queda-livre ha sempre o risco do seu paraquedas não abrir. Neste caso, você acaba descobrindo que já sabe voar sozinho. E que gosta disto. 

 

- Quase todo mundo acha que sabe como você deveria reagir em uma determinada situação. Se eu fosse você eu não daria a mínima para isso. Mas definitivamente eu não sou você. 

 

- Você não e o centro do universo; seus problemas são detalhes quando comparados com o resto da humanidade; todo mundo passa por situações difíceis; de tudo se tira uma lição. Você bem que concorda com as premissas acima, mas na hora do “pega pra capar" sente-se como o ultimo sofredor vivo. Esta bem se pensar assim.  Mas não mais que por 24 horas. 48 em casos extremos. 

 

- Dizem que o tempo cura tudo. Mas para isso este tem que encontrar você devidamente ocupado e literalmente sem tempo pra alimentar o problema. Não dê tempo ao tempo. Aproprie-se dele. 

 

- Não faz diferença como você chama ou deixa de chamar a forca que nos rege. Vão existir momentos, breves que sejam, em  que você vai ter certeza de que o melhor ainda esta por vir, mesmo sem ter ideia de como isso vai acontecer ainda.  Então pode chamar isso de fé. O resto também e mistério.

4 comentários:

Roberto Milfont disse...

Muito bom Adriana! Conseguiu passar para o papel, o que a gente realmente sente!! Feliz natal e um 2014 cheio de coisas boas, pra vcs!!

Elena disse...

Linda partilha Adriana, do quanto você cresceu através da dor, superando-a. Muito obrigada. As cicatrizes ficam para que a gente lembre de onde foi tirado e aprenda a ter mais compaixão de quem sofre um sofrimento parecido com o nosso, estendendo-lhe a mão. Não foi por isso que Deus se fez gente igual a nós, em Jesus, seu Filho, Nosso Senhor? E não é exatamente isso que a gente celebra no Natal, sabendo que mesmo na dor mais aguda, além do nosso 'travesseiro' Ele nos acompanha no fundo do coração e nos guia até superar a dor? Bem, fico feliz pelo ano vivido com tanta coragem, como uma pequena grande mulher que você é, e agradeço a Deus por tê-la conhecido. Merry Christmas, dear! Beijos para a família. Blessed and warm New Year. Quem sabe um dia eu não volto pra Cambridge?

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Regis Rios disse...

A sua vivência lhe pertence, mas de tão verdadeira nas palavras, me percebi em algumas passagens.
Abração!!!